Crianças com exposição prolongada ao sol em 2008

Dados da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo

19 março 2009
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Quatro em cada dez crianças até aos onze anos permaneceram mais de quatro horas por dia ao sol em 2008.

 

Em declarações prestadas à agência Lusa, Osvaldo Correia, dermatologista e secretário-geral da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), revelou que “ ainda se assiste a exposições prolongadas, em períodos incorrectos e com protecção insuficiente”, apesar de os portugueses já terem adquirido um nível de alerta e conhecimento significativo no que respeita aos cuidados a ter com o sol.

 

Segundo dados divulgados pela APCC, 7% das crianças até aos 11 anos estiveram expostas ao sol seis horas por dia. Na população dos 11 aos 15 anos, 52 % tiveram uma exposição solar diária de mais de quatro horas e 12% de mais de seis horas.

 

Na opinião do dermatologista, estas exposições prolongadas ao sol são preocupantes, dado que podem condicionar o aparecimento de um maior número de sinais na idade adulta, que poderão originar cancro da pele. O número de cancros da pele está a aumentar em todo o mundo.

 

Osvaldo Correia recordou ainda que se deve evitar a exposição ao sol no período perigoso, entre as 12 e as 16 horas.

 

Em 2009, estima-se que surjam 10 000 novos casos de cancro de pele, dos quais 1 000 serão melanomas, a forma mais grave da doença.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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