Criadas células capazes de produzir insulina

Cientistas usaram monócitos para evitar conflitos éticos

13 março 2006
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Uma equipa de médicos alemães e espanhóis desenvolveu células substitutivas para diabéticos e pacientes com cirrose hepática, com a finalidade de, no futuro, acabar com as injecções de insulina e os transplantes.
 

 

A equipa, composta por médicos de Kiel, Leipzig, Wuerzburgo e Alicante (na Espanha), trabalhou em laboratório com determinadas células sanguíneas (monócitos), fazendo-as comportar como células do fígado ou levando-as a produzir insulina. O processo foi patenteado e espera-se que dentro de cinco ou sete anos seja possível a sua utilização em clínicas, disse o médico Fred Faendrich, de Kiel, que dirige o grupo de investigadores.
 

 

"Para evitar qualquer discussão sobre a ética na utilização das células-estaminais, concentramo-nos no uso de células do sangue, os denominados monócitos", explicou o cientista, especializado em técnicas de transplantes. E acrescentou que “a grande vantagem consiste em que estas células estão disponíveis em grandes quantidades e podem ser extraídas dos pacientes sem contrariedades". Outra vantagem, acrescentou o cientista, é que, como as células provêem do mesmo paciente, não há risco de rejeição.
 

 

MNI- Médicos na Internet
 

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