Consumo moderado de cerveja previne envelhecimento das células
29 abril 2002
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O consumo moderado de cerveja protege o organismo da oxidação e do envelhecimento das células, o que pode prevenir o aparecimento de doenças degenerativas, cardiovasculares e cancerígenas, refere um estudo realizado pela Universidade de Burgos e de Valência.
 

 

Actualmente, são muitas as doenças relacionadas com a produção de radicais livres, como a arteriosclerose, enfarte do miocárdio, doenças inflamatórias, perturbações do sistema nervoso central e o envelhecimento.
 

 

«Estas doenças têm uma grande prevalência nos países desenvolvidos e estão directamente relacionadas com a alimentação e sobretudo com os níveis antioxidantes dietéticos, que cada vez mais se consomem com menor frequência», explicou a professora. Victoria Salls recomenda o consumo de alimentos que contenham compostos antioxidantes como frutas, verduras, hortaliças, azeite, e bebidas como o vinho e a cerveja.
 

 

O estudo sublinha que os extractos de cerveja protegem as células dos danos oxidativos, ao evitar a oxidação dos lípidos e das proteínas.
 

 

A investigação demonstra igualmente o poder antioxidante da cerveja face a um antibiótico contra tumores (adriamicina) utilizado frequentemente contra uma variedade de cancros, como o cancro da mama e a leucemia e que tem como efeito secundário a oxidação celular.
 

 

A cerveja contém mais de 2 mil compostos, entre eles o ácido fólico, vitaminas do complexo B (B1, B2, B12) e polifenoles, um grupo de antioxidantes naturais presentes nas plantas e em vegetais.
 

 

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