Consumo de cafeína na gravidez poderá afectar o aparecimento de leucemia na infância

Estudo financiado pela “World Cancer Research Fund”

02 fevereiro 2009
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Um estudo, liderado pelo Dr. Marcus Cooke da Universidade de Leicester, Reino Unido, e financiado pela “World Cancer Research Fund (WCRF)”, está a investigar se o consumo de cafeína durante a gravidez poderá afectar o risco de o feto vir a desenvolver leucemia durante a infância.
 

 

Apesar de ainda não existirem evidências sustentadas de que haja uma relação directa entre a ingestão de cafeína e o risco de aparecimento de cancro, estudos anteriores descobriram uma ligação entre alterações no DNA que podem ser encontradas nos recém-nascidos, e um aumento do risco de leucemia. Alguns estudos têm demonstrado que a cafeína poderá causar este tipo de alterações no DNA.
 

 

Assim, sabendo que a cafeína atravessa a barreira placentária, os investigadores irão utilizar um grupo de 1 340 grávidas para avaliarem qual o impacto que o consumo de cafeína tem nos fetos. Após o nascimento, os cientistas irão recolher amostras sangue dos recém-nascidos e avaliar se houve alterações no DNA. Desta forma, comparando as alterações no DNA com a quantidade de cafeína ingerida pelas mães poderão descobrir se há uma ligação directa.
 

 

Caso esta ligação se confirme, será necessário progredir com a investigação, para se poder avaliar se os bebés em que foram encontradas estas alterações poderão estar susceptíveis ao desenvolvimento da leucemia.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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