Consumo de antidepressivos e ansiolíticos aumenta em Portugal

Dados do Alto-Comissariado da Saúde

24 setembro 2008
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Dados apresentados esta semana pelo Alto-Comissariado da Saúde dão conta de um aumento do consumo de medicamentos ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos.
 

 

Segundo um artigo publicado terça-feira no jornal “Público”, “é no Alentejo e no Centro que os ansiolíticos e os antidepressivos são mais consumidos, mas tanto o Norte como Lisboa e Vale do Tejo registaram aumentos significativos entre 2002 e 2007”.
 

 

O Alto-Comissariado, citando dados do INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde), refere que o consumo de antidepressivos passou, em 2003, de 5 milhões de embalagens para perto dos 6 milhões, em 2006. De acordo com a mesma publicação, a “venda de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos tem oscilado, com avanços e recuos: 19,5 milhões de embalagens em 2003, 20,5 milhões em 2005 e 20,3 milhões em 2006.”
 

 

Há dois anos, a despesa com este tipo de medicamentos foi superior a 240 milhões de euros; só por si, os antidepressivos representaram 158,5 milhões de euros.
 

 

O mesmo jornal recorda que a “meta traçada no Plano Nacional de Saúde para 2010 - que recomenda uma redução, da ordem dos 20%, das doses diárias consumidas - e também do melhor valor da União Europeia a 15, é hoje três vezes e meia inferior” à registada no nosso país.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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