Consumo de álcool e estratégias de combate

Membros da União Europeia discutem medidas

03 fevereiro 2014
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Os membros da União Europeia reuniram-se na semana passada em Lisboa para discutir medidas de combate aos efeitos nocivos do consumo de álcool.
 

A notícia avançada pela agência Lusa refere que a reunião que contou com a presença de trinta e duas entidades dos Estados membros da União Europeia teve como objetivo a adoção de métodos de pesquisa comuns, de modo a obter dados comparáveis e monitorizar a evolução dos efeitos nocivos do álcool, reduzindo-os a nível nacional e europeu.
 

O ministro da Saúde referiu aos jornalistas que a reunião revê como objetivo debater um “conjunto de medidas para combater o efeito nocivo do álcool, mas também abordar um conjunto de políticas essenciais na área da educação - nomeadamente nas escolas - na área do combate aos estupefacientes e ao contrabando de álcool, e de políticas rodoviárias”.
 

Paulo Macedo destacou também a “importância de Portugal” nesta matéria, porque tem “experiencia e apresentou um plano nesta área concreta do álcool, que pode partilhar com parceiros europeus, e tem contributo a dar”.
 

O ministro destacou o que foi feito nos últimos 12 meses, quer em medidas legislativas concretas, quer em termos de planeamento e de tratamento. “Demos passos importantes como o aumento da idade mínima para o consumo público de bebidas espirituosas, a proibição de venda de álcool entre meia-noite e as oito, fora de estabelecimentos autorizados, e, a partir de 1 janeiro, a redução da taxa do álcool (para 0,2 gr/l) permitida quando se está a conduzir, designadamente condutores profissionais e recém-encartados”, disse.

 

“O tratamento preocupa-nos pela patologia em si mesma, mas também pela associação que este tipo de adição tem em doenças relacionadas com o VIH, que são pessoas mais vulneráveis e mais expostas a esse tipo de doenças infeciosas”, acrescentou Paulo Macedo.
 

O ministro referiu que o facto de Portugal ter a coordenação este grupo de trabalho “representa o reconhecimento de know how nesta matéria, o reconhecimento da confiança em matéria de saúde no que Portugal está a fazer e tem vindo a fazer, e o reconhecimento da capacidade de organização”.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

 

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