Companhias aéreas devem prever fornecimento extra de oxigénio a doentes graves

Estudo realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

19 agosto 2008
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As companhias aéreas devem prever o fornecimento de oxigénio suplementar a doentes com problemas respiratórios e cardíacos graves que efectuarem viagens de longo curso, segundo um estudo português.
 

 

O estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto foi feito em 20 voos de longo curso e 10 de curta distância, monitorizando os níveis de oxigénio de 10 indivíduos saudáveis.
 

 

Nos voos que duram mais de quatro horas e que chegam a 11 mil metros de altitude, as condições de pressão são semelhantes às do cimo da montanha do Pico (cerca de 2.500 metros). “Quando respiramos neste ambiente, não conseguimos fornecer a quantidade de oxigénio necessário. Um indivíduo normal pode atingir ter uma baixa de 10%. Um outro que já tenha as suas reservas baixas pode ser extremamente grave e preocupante, e pode pôr a pessoa em risco”, explicou à agência Lusa o pneumologista João Carlos Winck, coordenador do estudo.
 

 

O especialista aconselha, por isso, os doentes a consultarem os seus médicos antes de viagens longas de avião e, se necessário, durante o percurso, terem um fornecimento suplementar de oxigénio.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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