Como é que a maçã mantém os médicos afastados

Estudo publicado na “Microbiology”

25 janeiro 2010
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Um componente da fruta denominado de “pectina” aumenta os níveis de bactérias probióticas no sistema digestivo, revela um estudo publicado na revista “Microbiology”.

 

Para este estudo, os investigadores do National Food Institute da University of Denmark testaram o efeito do consumo de maçã, alimentando ratinhos com maçãs ou produtos derivados destas, como sumo de maçã e puré.

 

Seguidamente, os investigadores avaliaram, no intestino dos ratinhos, os níveis de bactérias probióticas. Estas são bactérias benéficas para o sistema digestivo e que podem ajudar a reduzir o risco de algumas doenças.

 

Em comunicado de imprensa, a co-autora deste estudo, Andrea Wilcks, afirmou que o estudo "demonstrou que os ratinhos submetidos a uma dieta rica em pectina, um componente da fibra alimentar das maçãs, tiveram um aumento da quantidade de determinadas bactérias que poderão melhorar a saúde intestinal".

 

"Quando as maçãs são consumidas regularmente e durante um período prolongado de tempo, estas bactérias ajudam a produzir ácidos gordos de cadeia curta que proporcionam condições ideais de pH, de modo a assegurar o equilíbrio benéfico dos microorganismos. As bactérias produzem também um químico denominado de butirato, que é um importante nutriente utilizado pelas células que revestem a parede do intestino", acrescentou a investigadora.

 

Os autores do estudo acrescentam ainda que é necessária mais investigação por forma a determinar se estes resultados também são aplicáveis aos humanos.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

 

 

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