Combinação de anti-retrovirais pode fazer a diferença

Estudo apresenta novas armas contra o HIV

02 janeiro 2004
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A forma como os fármacos contra o HIV são combinados e a ordem em que estes são ministrados aos pacientes podem fazer a diferença na luta contra a sida. Investigadores italianos e norte-americanos concluíram que a combinação específica de zidovudina (ZDV), de lamivudina (3TC) e de efavirenze (EFV) é mais eficiente para iniciar o tratamento do que outras combinações. O estudo, que envolveu diversas universidades norte-americanas sob patrocínio do Instituto Nacional para as Alergias e as Doenças Infecciosas dos EUA, foi um dos mais vastos e complexos alguma vez feitos para determinar a mais eficiente estratégia de tratamento a aplicar a pacientes a quem são ministradas pela primeira vez terapias anti-retrovirais. As conclusões, dadas a conhecer na revista «The New England Journal of Medicine», mostram que a forma como os fármacos anti-retrovirais são combinados pode ser decisiva: «Algumas combinações são mais eficazes que outras e a forma como são sequenciadas faz, de facto, diferença», afirmou à Reuters Gregory Robbins, do Hospital Geral do Massachusetts. Fonte: Público

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