Combate à sida, tuberculose e hepatite

Conclusões do 6.º Congresso Nacional de Doenças Infecciosas

14 fevereiro 2002
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O presidente da Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas (SPDI), Rui Proença, defendeu, ontem, em Coimbra, a criação de um organismo único para o combate simultâneo à sida, tuberculose e hepatite C. "Devia haver um organismo que lutasse simultaneamente contra as três doenças", preconizou o director do Serviço de Medicina e Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral, criticando o facto de, em Portugal, não se verificar esta articulação.
 

 

Em declarações aos jornalistas no âmbito do 6.º Congresso Nacional de Doenças Infecciosas, a decorrer até depois de amanhã em Coimbra, o presidente (em exercício) da SPDI observou que um doente com sida tem cem vezes mais possibilidades de contrair tuberculose do que um indivíduo com resistências normais.
 

 

O encontro de Coimbra reúne cerca de 300 congressistas, que irão debater temas como "Hepatites", "Co-infecção Hepatite/Sida", "Tuberculose/Sida", "Doenças por Priões", "Infecções Víricas do Sistema Nervoso Central", "Antibióticos: do Presente ao Futuro", "Infecções Nosocomiais em Unidades de Alto Risco" e a doença de Creutzfeld Jacob - nova variante. O bioterrorismo é outro tema em destaque e incidirá sobre o botulismo e o carbúnculo.
 

 

Fonte: Jornal de Notícias
 

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