Colonoscopias são difíceis de marcar em tempo útil

Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva pede agilidade ao SNS

18 janeiro 2010
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A Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva (SPED) alertou esta semana para as "grandes dificuldades" de marcar em "tempo útil" colonoscopias através do Sistema Nacional de Saúde e apelou ao Governo para "facilitar" o acesso aos exames de diagnóstico ao intestino.

 

"É uma situação dramática", disse à agência Lusa a presidente da SPED, Isabelle Cremers, adiantando que os exames de diagnóstico ao intestino (colonoscopia e fibrossigmoidoscopia) são "difíceis de marcar, em tempo útil, porque há poucos sítios onde possam ser realizados".

 

"O que se passa é que a comparticipação não cobre os custos e, portanto, as pessoas não fazem esses exames no sector privado, mas também é muito difícil conseguir fazê-los pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS)", sustentou, lembrando que a situação é mais fácil quando os doentes têm subsistemas ou seguros de saúde. 

 

O cancro colorrectal é o tumor que mais mata em Portugal, fazendo dez vítimas por dia.

 

A SPED tem realizado campanhas para promover o rastreio do cancro do intestino junto da população, mobilizar os médicos de família para pedirem o rastreio e tentar sensibilizar as autoridades de saúde para facilitarem o acesso aos exames.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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