Clonar vítimas de guerra

Raelianos propõem «dar vida» a familiares mortos no conflito israelo-palestiniano

17 março 2003
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A Clonaid vai propor a famílias israelitas e palestinianas a clonagem de familiares vítimas de violência no conflito israelo-palestiniano. Brigitte Boisselier, presidente da empresa ligada à seita dos raelinaos, chegou, no passado fim-de-semana, a Israel, para encetar contactos, em mais uma acção teatral a que a Clonaid já habituou o mundo, embora continue ainda sem provar a veracidade dos bebés clonados que diz ter produzido.
 

 

Desde o início da Intifada, em Setembro de 2000, foram mortas 3086 pessoas (2316 palestinianos e 717 israelitas), um vastíssimo mercado para a Clonaid.
 

 

Brigitte Boisselier aproveitará a viagem para visitar «Eva», o suposto bebé clonado, cujo nascimento foi anunciado Dezembro passado, na Flórida, e que estará agora em Israel com os pais (judeus americanos). Um nascimento que parte da comunidade científica, que aguarda provas, classifica de embuste.
 

 

O Governo israelita proibiu a clonagem humana há dois anos, na sequência de notícias dando conta que um ginecologista italiano estaria a tentar fazer clonagem coma ajuda de cientistas em Telavive. As autoridades muçulmanas dos territórios palestinianos fizeram o mesmo em Dezembro passado.
 

 

A Clonaid foi criada em 1997 pelo fundador as seita raeliana, que considera a clonagem uma forma de atingir a imortalidade.
 

 

Fonte:Jornal de Notícias
 

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