Cirurgias aumentaram em Portugal

Declaração do secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde

20 maio 2013
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Em Portugal as cirurgias aumentaram nos últimos seis anos cerca de 50%, sobretudo em resultado do acréscimo “espetacular” da cirurgia ambulatória, de acordo com o secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde, Leal da Costa.
 

“Entre 2006 e 2012 a atividade cirúrgica nacional” registou um “aumento de 49,5%”, afirmou Leal da Costa à agência Lusa, explicitando que “em 2006 foram operados 345.321 doentes” e no ano passado 516.166 doentes, número que também representa um acréscimo de 2,5% em relação a 2011.
 

“Mas o que é mais significativo é que grande parte deste aumento de atividade cirúrgica deveu-se ao grande aumento da capacidade da cirurgia de ambulatório”, que registou o acréscimo “espetacular de 219%, mais rigorosamente 218,6%”, naquele período, salientou o governante.
 

“O número de doentes submetidos a regime ambulatório tem aumentado todos os anos”, disse Leal da Costa acrescentando que em 2012 foram realizadas em Portugal mais de 250 mil cirurgias sem recurso a internamento dos doentes.
 

A cirurgia de ambulatório, além de ser “muito vantajosa para os doentes”, também o é no plano económico e permite que “sejam operadas muitas mais” pessoas, sustentou Leal da Costa, sublinhando que este processo assegura “melhores condições de conforto e de segurança” do que “os métodos tradicionais, que exigem o internamento”.
 

“Isto é possível devido aos avanços tecnológicos e científicos”, disse o secretário de Estado, considerando que “o Ministério da Saúde (e não só o deste Governo), tem acompanhado, desde há anos”, essa evolução e adotado “aquilo que é mais seguro e mais confortável para os doentes”.
 

Este processo “envolve acréscimo de tecnologia” e investimento, mas “é largamente compensado pelo número de procedimentos que são feitos” e que têm contribuído para a diminuição das listas de espera.
 

“Sem isto teríamos [em Portugal] uma lista de espera muito maior do que aquela que temos, que, apesar de tudo, está razoavelmente controlada”, sustentou Leal da Costa.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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