Cientistas usam planta do tabaco para produzir fármaco anti-diabético

Estudo publicado no “BMC Biotechnology”

05 abril 2009
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Cientistas da Universidade de Verona, em Itália, produzem em plantas de tabaco geneticamente modificadas uma proteína anti-inflamatória, a Interleuquina-10, que poderá ajudar os pacientes com Diabetes Mellitus tipo1 e outras doenças auto-imunes.

 

Actualmente, as culturas de células são usadas para a produção de fármacos e vacinas. No entanto, na opinião de Mario Pezzoti, líder da investigação, as plantas são os produtores mais rentáveis de proteínas, pelo que a produção de fármacos nos campos poderá ser mais eficaz do que a produção nos laboratórios.

 

Em declarações à agência Reuters Health, Mario Pezzoti acrescentou ainda que “a planta do tabaco é a eleita porque é fácil de manipular geneticamente e consegue-se regenerar numa planta inteira a partir de uma única célula”.

 

Este grupo de cientistas, que recebeu fundos da União Europeia para a sua investigação, planeia agora alimentar ratinhos que sofrem de doenças auto-imunes com estas plantas, com o objectivo de estudar a forma como eles respondem a esta nova terapêutica.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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