Cientistas preconizam 164 medidas para evitar doenças relacionadas com a poluição química

Medidas elaboradas por 68 peritos internacionais

17 novembro 2006
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Cientistas, médicos e ecologistas reunidos na semana passada, na sede da UNESCO, em Paris, apresentaram 164 medidas para evitar Cancros e outras doenças causadas pela poluição química, de modo a preservar a saúde das gerações futuras.
 

 

As medidas, contidas num memorando elaborado por 68 peritos internacionais, serão apresentadas aos governos dos estados-membros da União Europeia, ao Conselho da Europa e ao Parlamento Europeu, que em Dezembro procederá à análise final do projecto "REACH", sobre o controlo de substâncias químicas na UE.
 

 

A retirada do mercado de substâncias químicas cancerígenas, mutagénicas e tóxicas para a reprodução, como o formaldeído, certos ftalatos (DEHP), o bifenol A, o cádmio e o mercúrio, bem como os seus derivados, constam dessas 164 recomendações formuladas no Memorando do Apelo de Paris.
 

 

O "Apelo de Paris", lançado em Maio de 2004 por 76 personalidades para com bater a poluição química, recebeu desde então o apoio de um milhar de cientistas, de 250 mil outras pessoas e de numerosos organismos, entre os quais o Comité Permanente dos Médicos Europeus, assinalou o oncologista Dominique Belpomme, promotor da iniciativa. Tanto ele como outros participantes neste colóquio organizado na UNESCO pela Associação para a Investigação Terapêutica Anticancerosa (ARTAC) defenderam a adaptação das normas toxicológicas ao embrião e às crianças.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

MNI-Médicos Na Internet
 

 

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