Cientistas portugueses descobrem “aglomerados proteicos” responsáveis pela morte neuronal nas doenças de Alzheimer e Parkinson

Estudo publicado na revista “PloS One”

02 abril 2008
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Intitulado "Formation of Toxic Oligomeric a-Synuclein Species in Living Cells" ("Formação de Espécies Tóxicas de Alfa-Sinucleina em Células Vivas"), o estudo desenvolvido pelos investigadores portugueses Tiago Fleming Outeiro, de 31 anos, e Filipe Carvalho, de 27 anos, em conjunto com seis colegas da Escola Médica de Harvard, nos EUA, mostra, “pela primeira vez” a visualização “em células vivas, dos precursores dos aglomerados proteicos, concluindo que são até mais tóxicos para as células".
 

 

No âmbito da investigação, desenvolvida ao longo de dois anos (entre 2005 e 2007), o grupo aplicou uma técnica inovadora, "que consiste na complementação da actividade de uma proteína fluorescente (proteína fluorescente verde ou GFP) através da junção de duas metades não funcionais da mesma proteína", explicou Tiago Fleming Outeiro.
 

 

O estudo pode ser lido na versão digital da revista, alojada em www.plosone.org
 

 

Fonte: Lusa
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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