Cientistas identificam novas evidências genéticas para a enxaqueca

Estudo da Griffith University

15 junho 2012
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Investigadores da Griffith University, na Austrália, identificaram uma nova região do cromossoma X responsável pelo desenvolvimento de enxaquecas, confirmando o fator genético como preponderante no desenvolvimento da doença.

 

O estudo indica também que os dois cromossomas X poderão estar envolvidos, o que pode justificar a preponderância das mulheres para o desenvolvimento de enxaquecas. Recorde-se que as mulheres têm dois cromossomas X, enquanto os homens têm um cromossoma X e um Y.

 

“Estes resultados reforçam o já conhecido papel do cromossomo X nas enxaquecas e pode também explicar por que motivo existem tantas mulheres com esta doença”, revelou, em comunicado de imprensa, o líder do estudo, Lyn Griffiths.

 

A identificação dos genes causadores da enxaqueca é muito importante, pois fornece informações que nos permitem desenvolver melhores meios de diagnóstico e tratamentos mais direcionados.

 

“Atualmente, 12% da população sofre de enxaqueca. Mesmo que tenhamos já alguns tratamentos muito bons para esta doença debilitante, eles não funcionam para toda a gente. Portanto, há uma grande necessidade real de desenvolver novos tratamentos”, conclui o investigador.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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