Cientistas estudam células estaminais para tratar Enfarte do Miocárdio e Doenças Neurodegenerativas

Assinado protocolo entre Universidade de Coimbra e Crioestaminal

08 junho 2008
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Investigadores de Coimbra estão a estudar a possibilidade do uso de
 

células do cordão umbilical em doentes vítimas de Enfarte do Miocárdio e Doenças Neurodegenerativas, disse à Lusa o director-geral da Crioestaminal.
 

 

A Crioestaminal é pioneira em Portugal no isolamento e criopreservação de células estaminais do sangue do cordão umbilical e está a desenvolver os dois projectos de investigação em conjunto com a Universidade de Coimbra (UC), ao abrigo de um protocolo assinado quinta-feira passada.
 

 

Novas aplicações das células do sangue contido no cordão umbilical é uma das áreas da investigação que a Crioestaminal pretende desenvolver em parceria com a UC.
 

 

O estudo da aplicabilidade das células estaminais ao nível do Enfarte Miocárdio visa permitir "a recuperação do músculo cardíaco", explicou à agência Lusa Raul Santos, director-geral da Crioestaminal, que espera que “dentro de 10 a 15 anos já será possível usar a nova tecnologia"
 

 

Um segundo projecto de investigação, com aplicabilidade mais a longo prazo, visa "encontrar no sangue do cordão umbilical células indiferenciadas que possam originar células do tecido nervoso".
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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