Cientistas duvidam que o vírus da gripe das aves siga rotas migratórias

Pandemia deve ser travada em aviários

06 fevereiro 2006
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A gripe das aves parece não estar a seguir as rotas migratórias, constataram cientistas europeus e norte-americanos, segundo os quais os milhares de aves selvagens mortas pela doença não são os seus principais transmissores.
 

 

A confirmar-se, isso significaria que o transporte de frangos, patos e outras aves de capoeira constituem uma ameaça muito maior do que o movimento das aves selvagens.
 

 

Segundo estes cientistas, isso sublinharia também a necessidade de atacar o vírus nos aviários e mercados avícolas e não nas populações de aves selvagens como estratégia para enfrentar uma possível pandemia.
 

 

Assim, embora a perspectiva de que as aves migratórias possam levar o vírus da gripe das aves para todo o mundo preocupe as autoridades sanitárias, este cenário parece não se confirmar.
 

 

"Embora existam cada vez mais indícios de que as aves migratórias desempenham algum papel na propagação do vírus, na minha opinião, e na de outros, esse papel não é importante", afirma Ward Hagemeijer, especialista em aves selvagens da organização ecologista holandesa Wetlands International.
 

 

Fonte: Lusa
 

MNI-Médicos Na Internet
 

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