Cientistas descobrem relação genética entre pigmentação e Cancro da Pele

Estudo publicado na “Nature”

27 maio 2008
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Cientistas islandeses identificaram variantes genéticas relacionadas com a pigmentação da pele humana que aumentam o risco de desenvolver Cancro da Pele, segundo o resumo do artigo científico publicado no site da revista científica "Nature".
 

 

Os especialistas, liderados por Daniel Gudbjartsson, descobriram inicialmente uma série de variantes genéticas relacionadas com a pigmentação do cabelo, dos olhos e da pele. Depois, comprovaram a associação de 11 dessas variantes com a susceptibilidade de desenvolver Cancro da Pele.
 

 

Os cientistas observaram que as variantes localizadas perto do gene agouti signalling peptide (ASIP), um gene importante na pigmentação, conferiam um maior risco de Melanoma cutâneo (um tumor maligno com origem nos melanócitos, as células que produzem o pigmento melanina que dá cor à pele).
 

 

Também verificaram um maior risco de desenvolver Melanoma em portadores de uma variante do gene “tyrosinase (oculocutaneous albinism IA)” TYR, que codifica uma enzima necessária para a produção da melanina.
 

 

Os especialistas observaram que cada gene também estava associado a outro tipo de cancro, o Carcinoma Basocelular , mais comum que o anterior, mas com taxas de cura bastante elevadas.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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