China quer criar banco de cérebros

Cientistas apelam à doação depois da morte

19 fevereiro 2004
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Cientistas de Hong Kong e da China estão a preparar a criação de um banco de cérebros pioneiro para permitir aos investigadores saber mais sobre o cérebro humano e as doenças, anunciou hoje fonte universitária.Os cientistas esperam convencer chineses de Hong Kong e da China continental a doar as suas massas cinzentas à ciência após depois da morte e a partilhar informações médicas e psicológicas pessoais de modo a contribuir para o avanço dos estudos.Esperam que esses dados tornem o seu trabalho mais significativo do que o de outros bancos onde os investigadores estudam cérebros sem dispor de informações detalhadas sobre os seus doadores, afirmou Janet Yeung, porta-voz da Universidade de Hong Kong. Investigações feitas em amostras de cérebros permitiram já importantes descobertas sobre doenças como a esquizofrenia, Parkinson e Alzheimer.Prevê-se que a Universidade de Hong Kong e a Universidade do Centro Sul da China assinem na sexta-feira um memorando de compreensão prevendo a criação desse banco, disse a porta-voz. Os cérebros dos doadores de Hong Kong serão guardados no território enquanto que os da China continental ficarão em Changsha.Fonte: Lusa

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