Centros de saúde fechados

Greve dos médicos estende-se aos administrativos

31 janeiro 2003
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A greve dos médicos dos centros de saúde prosseguiu ontem, com as expectativas dos sindicatos a apontarem para uma adesão superior à registada quarta-feira, apesar dos apelos do ministro da Saúde ao «bom senso» dos médicos.
 

 

A paralisação de três dias, que termina esta sexta-feira, contesta um diploma ainda não promulgado pelo Presidente da República que altera o funcionamento dos centros de saúde e que, desde a sua apresentação, mereceu críticas por parte dos sindicatos e organismos médicos.
 

 

Convocada pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM), e com o apoio da Ordem dos Médicos e da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral (APMCG), a greve registou no seu primeiro dia uma adesão nacional entre os 90 e os 100%, segundo os sindicatos.
 

 

Números diferentes dos avançados pelo Ministério da Saúde, que registou uma adesão de 62% dos médicos que exercem nos centros de saúde.
 

 

Os trabalhadores dos centros de saúde, administrações regionais de saúde (ARS´s) e sub-regiões vão juntar-se hoje à greve de protesto contra a privatização dos centros de saúde.
 

 

Fonte: Lusa
 

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