Células-estaminais retiradas de sangue menstrual

Investigação apresentada na reunião do American College of Cardiology

12 abril 2006
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Investigadores japoneses conseguiram isolar células-estaminais de sangue menstrual, o que poderá trazer grandes benefícios à ciência e isenção de problemas éticos.
 

 

A descoberta, anunciada por cientistas da Keio University, em Tóquio, durante uma reunião do American College of Cardiology, dá conta do isolamento de células do sangue menstrual de seis mulheres.
 

 

Cinco dias após terem sido preparadas para se transformar em tecido humano, metade das células começou a contrair-se de forma "espontânea, rítmica e sincronizada, indicando a presença de comunicação eléctrica entre elas", explicou Shunichiro Miyoshi, líder da equipa de cientistas.
 

 

Conforme dados divulgados, a cobertura das paredes internas do útero fornece cerca de 30 vezes mais células-estaminais do que, por exemplo, a medula óssea. Segundo os cientistas, estas células podem ser utilizadas como fonte para criar tecido cardíaco, o que futuramente poderá ser usado no tratamento de cardiopatias.
 

 

Uma descoberta adicional também divulgada durante a reunião refere que as células retiradas do sangue menstrual de jovens têm maior longevidade do que as obtidas de mulheres com mais idade.
 

 

MNI- Médicos na Internet
 

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