Carnes muito passadas aumentam risco de cancro no pâncreas

Estudo da Universidade de Minnesota

29 abril 2009
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O consumo regular de carne vermelha bem passada ou queimada aumenta o risco de desenvolver cancro no pâncreas, refere um estudo apresentado na conferência anual da "American Association for Cancer Research", que decorreu na semana passada em Denver, EUA.

 

De acordo com os autores, as carnes bem passadas contêm mais substâncias causadoras de cancro, tais como as aminas heterocíclicas. "Este estudo confirma que reduzir a temperatura para assar ou passar a carne, evitando que ela fique queimada, é uma boa maneira de diminuir o risco de cancro no pâncreas", destaca a líder da investigação, Kristin Anderson, da Universidade de Minnesota.

 

Ao longo de nove anos, os cientistas analisaram os hábitos alimentares de 62.581 pessoas, 208 das quais diagnosticadas com cancro no pâncreas. Foi verificado que, quando comparados com aqueles que consumiam carnes menos passadas ou que não comiam carne, aqueles que preferiam bifes muito bem passados eram 60% mais propensos a desenvolver cancro pancreático.

 

Segundo os autores do estudo, as substâncias cancerígenas podem ser parcialmente evitadas se se colocar a carne no microondas por alguns minutos antes de a assar ou fritar.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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