Cancro: Terapia fotodinâmica é ignorada em Portugal

Especialistas reuniram em Braga

15 setembro 2002
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Técnica destrutiva de diversas patologias oncológicas apresenta vantagens em relação aos métodos tradicionais, como se comprova em alguns países europeus
 

 

Em Portugal está ainda a dar os primeiros passos, mas noutros países europeus já se encontra muito desenvolvida, como é o caso do Reino Unido. Trata-se da terapia fotodinâmica, um método destrutivo de patologias cancerosas ou não que apresenta múltiplas vantagens em relação às técnicas tradicionais. A Dermatologia é a especialidade em que pode ser aplicada de forma mais linear, pelo que o respectivo serviço do Hospital de S. Marcos, em Braga, pretende recorrer a esta nova tecnologia, que ainda é pouco utilizada em Portugal, no tratamento dos doentes.
 

 

Ainda que possa parecer estranho, as primeiras experiências sobre terapia fotodinâmica já levam quase um século. Contudo, a sua utilização só começou a ser generalizada há uma dezena de anos e restrita apenas a alguns países. É na Grã-Bretanha que os médicos mais podem servir-se deste método, uma vez que existem 35 centros destinados à aplicação desta terapia, conforme foi acentuado durante um encontro internacional que decorreu no fim desta semana na Universidade do Minho (UM) e juntou cerca de 40 participantes, entre clínicos, químicos e biólogos. Uma iniciativa que serviu fazer uma espécie de "apresentação pública" desta tecnologia em Portugal e que foi promovida, em conjunto, pelo Serviço de Dermatologia do hospital bracarense e pelo Departamento de Química da Escola de Ciências da Saúde da UM.
 

 

 

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