Cancro está a aumentar em Portugal

Declarações do presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro

07 abril 2011
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O cancro "não está em crise", como a economia e a política, e "está a aumentar em Portugal", alerta o presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC).
 

Em declarações à agência Lusa, Carlos Freire de Oliveira revelou que “nenhum de nós está livre de vir a ter cancro", salientando que quanto maior é o envelhecimento da população "maior é o risco de cancro".
 

De acordo com o presidente da LPCC, o cancro mais frequente, neste momento, em Portugal é o cancro colo-rectal (também conhecido por cancro do intestino), sendo também aquele que causa maior número de mortos entre os portugueses.
 

Nos lugares seguintes encontram-se o cancro da mama, o cancro da próstata, o cancro do estômago e o cancro do pulmão. Embora este último não detenha o recorde numérico, é aquele que apresenta "maior mortalidade", explicou Carlos Oliveira.

Enquanto que o cancro do intestino apresenta uma "percentagem significativa", o cancro do pulmão não consegue atingir os 5 % de cura, pelo que é o que "mata mais".
 

Relativamente ao cancro colo-rectal, o mais vulgar em Portugal, Carlos Oliveira apelou ao Ministério da Saúde para que avance com um programa de rastreio deste tipo de cancro com a pesquisa de sangue oculto nas fezes e que pode ser feito em articulação com os Centros de Saúde.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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