Cancro do testículo mata excessivamente em Portugal

Alerta do responsável do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas

21 setembro 2012
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O cancro do testículo está a provocar uma mortalidade excessiva em Portugal, alertou o diretor do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas.
 

Segundo Nuno Miranda o tumor do testículo é uma das “patologias problema” na área oncológica, para a qual população não está ainda alertada.
 

A notícia avançada pela agência Lusa refere que o responsável anunciou que vai ser criada uma “task-force” dedicada a esta questão, enumerando algumas das causas possíveis para o excesso de mortalidade deste tipo de cancro: os doentes chegam tarde ao tratamento e existe falta de cultura médica para o problema.
 

Em Portugal haverá cerca de 200 casos de cancro do testículo por ano, com uma mortalidade que ronda os 10%. Enquanto os melhores resultados de alguns países da União Europeia indicam uma sobrevivência de 95%, em Portugal fica-se pelos 85%.
 

De acordo com Nuno Miranda, o tumor do testículo é potencialmente curável em mais de 95% dos casos e permite ao doente uma vida completamente normal.
 

“A incidência não é tão rara quanto se pensa. É o tumor mais frequente nos homens entre os 30 e os 40 anos”, acrescentou.
 

Quanto ao cancro colorretal, o oncologista mostrou-se preocupado com a falta de capacidade instalada para a realização de rastreios, apesar de admitir que é um problema que afeta quase todos os países.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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