Cancro da pele continua a aumentar

Dermatologistas lançam aviso

06 julho 2003
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O cancro de pele está a crescer em todo o mundo, sobretudo entre os povos caucasianos. Para alterar esta realidade, motivada, na maior parte dos casos, pela excessiva exposição solar, os especialistas colocam a tónica na prevenção primária. Portugal não é excepção. Segundo Osvaldo Correia, secretário-geral da área de Fotobiologia da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia, estima-se que um em cada oito indivíduos venham a ter cancro de pele. E que um em cada 75 desenvolvam um melanoma - a forma mais perigosa de tumor cutâneo.
 

 

De princípio pode surgir um pequeno nódulo ou mancha cor de alcatrão sobre a pele sã ou um sinal já existente. Uma reacção associada à exposição solar intermitente, fértil em "escaldões". Quanto mais clara a pele, maior o risco de melanoma. Os louros ou ruivos de olhos claros, de queimadura fácil, são os mais susceptíveis.
 

 

A incidência de cancro de pele tem vindo a aumentar desde os anos 60, o que não quer dizer que a mortalidade acompanhe tal tendência. É que a doença tem elevadas taxas de cura, quando diagnosticada e tratada precocemente, explicou ontem o especialista francês Jean Jacques Grob, no seminário "Sol, riscos e benefícios", na Ordem dos Médicos, no Porto.
 

 

A Austrália, que bate recordes deste tipo de cancro, foi citada como um exemplo dos progressos que podem ser obtidos com a prevenção primária. A curva ainda é ascendente, mas menos pronunciada do que nos restantes países. E constata-se que as mulheres estão mais sensibilizadas do que os homens para os perigos do sol.
 

 

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