Cancro da bexiga: fundação europeia apoia investigação portuguesa

Estudo da Universidade de Coimbra

02 outubro 2013
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Uma equipa de especialistas de Coimbra recebeu, da Fundação Europeia Astellas, 150 mil dólares para prosseguir um estudo sobre o cancro da bexiga.
 

A investigação tem como objetivo “avaliar o efeito anti-tumoral da terapia adotiva com células NK” (natural killer) no “tratamento do carcinoma da bexiga”, revelou Célia Gomes, do Laboratório de Farmacologia e Terapêutica Experimental (LFTE) da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC)/Instituto Biomédico de Investigação da Imagem e Luz (IBILI) e coordenadora do estudo.
 

A notícia avançada pela agência Lusa refere que os investigadores focaram-se principalmente na “capacidade de eliminar as células estaminais cancerígenas” e de “identificar os mecanismos subjacentes à morte celular induzida pelas células NK” (também conhecidas por “células exterminadoras”).
 

“Pretendemos com este trabalho vir a contribuir para o desenvolvimento de uma nova abordagem terapêutica baseada na imunoterapia com potencial de aplicação no tratamento do carcinoma da bexiga”, sintetizou a investigadora.
 

O apoio de 150 mil dólares (cerca de 110 mil euros) da Fundação Astellas foi atribuído no âmbito de um concurso ao qual a equipa de investigadores concorreu e venceu, entre um total de 67 projetos candidatos, oriundos de 18 países.
 

Aquele montante “vem na hora certa”, pois “vai permitir avançar para uma nova fase do trabalho”, sublinhou Célia Gomes, que acredita que a investigação em curso pode vir a “ter grande relevância” na “terapia adotiva com células NK”.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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