Caminhar seis quilómetros por semana protege o cérebro dos idosos

Estudo publicado na revista "Neurology"

27 outubro 2010
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O estudo, liderado por Kirk Erickson, da University of Pittsburgh, EUA, analisou 299 pessoas que viviam na área de Pittsburgh e que não apresentavam demências. Os voluntários registaram quanto caminhavam por semana.

 

Nove anos depois, os cientistas realizaram imagens de ressonância magnéticas ao cérebro dos voluntários para medir o volume. Quatro anos depois, os voluntários foram novamente testados para ver se algum tinha sofrido disfunção cognitiva ou demência.

 

Da análise efectuada verificaram que as pessoas que caminhavam entre seis a nove quilómetros por semana tinham metade do risco de desenvolver problemas de memória em comparação os que não efectuavam o exercício semanal.

 

"O volume cérebro diminui na fase mais avançada da idade adulta, o que pode causar problemas de memória. Os nossos resultados devem incentivar novas experiências para que seja verificado, se o exercício físico em idosos é uma abordagem promissora para prevenir a demência e a doença de Alzheimer", disse, em comunicado de imprensa, o líder da investigação, acrescentando que na ausência de tratamentos eficazes para a doença Alzheimer, a caminhada pode ser uma alternativa.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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