Caminhada curta pode reduzir para metade consumo de chocolate

Estudo publicado na revista “Appetite”

19 dezembro 2011
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Uma caminhada de 15 minutos pode cortar para metade o consumo de chocolate no trabalho, revela um estudo publicado na revista “Appetite”.

 

O estudo mostrou que, mesmo em situações stressantes, os trabalhadores ingerem apenas metade do chocolate que normalmente comeriam após a actividade física.

 

No estudo da Universidade de Exeter, no Reino Unido, 78 pessoas que consumiam regularmente chocolate foram convidados a entrar num ambiente de trabalho simulado, depois de dois dias de abstinência de chocolate.

 

Dois grupos foram convidados a fazer uma caminhada rápida de 15 minutos na passadeira para, depois, completarem um trabalho. Um grupo recebeu uma tarefa fácil, de baixa tensão, enquanto o outro foi convidado a completar um trabalho mais exigente.

 

Outros dois grupos foram convidados a fazer um descanso antes de completarem as mesmas tarefas que os dois primeiros grupos. Mais uma vez, metade recebeu uma tarefa mais fácil, e a restante uma mais exigente. O chocolate estava disponível numa tigela sobre a mesa para todos os participantes.

 

Os que se exercitaram antes de trabalhar consumiram, em média, metade da quantidade de chocolate que os outros: cerca de 15 gramas, em comparação com 28 gramas ingeridas pelo segundo grupo. Quinze gramas é o equivalente a um chocolate pequeno.
A dificuldade da tarefa não fez diferença para a quantidade de chocolate que consumiram, facto que sugere que o stress não contribui para aumentar o desejo por doces.

 

“Sabemos que lanchar alimentos altamente calóricos como chocolate no trabalho pode tornar-se um hábito e levar ao ganho de peso ao longo do tempo. Às vezes as pessoas acham que esses lanches lhes dão um impulso energético, ou ajudam a lidar com o stress, incluindo o tédio; também acham difícil reduzir os seus desejos diários, mas este estudo mostra que, ao fazer um curto passeio, são capazes de regular a sua ingestão para metade”, explicou, em comunicado de imprensa, o líder do estudo, Adrian Taylor.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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