Britânicos estudam lagartixas para ajudar amputados

Assinada parceria de 25 anos entre a Healing Foundation e University of Manchester

17 maio 2006
  |  Partilhar:

 

Cientistas britânicos vão estudar de que modos certos anfíbios, como sapos e lagartixas, conseguem regenerar os membros amputados de modo a tornar possível ajudar pessoas a curar ferimentos sem sequelas.
 

 

O estudo, que realizar-se-á ao longo dos próximos 25 anos, é uma parceria entre a Healing Foundation e a University of Manchester, no norte da Inglaterra, e recebeu uma verba equivalente a 17,5 milhões de dólares.
 

 

Nas lagartixas, a chave da capacidade de regeneração dos membros está num grupo de células que têm a habilidade de se organizar e formar uma nova pata ou cauda em menos de um mês, explicou o líder da investigação, Enrique Amaya. No caso dos embriões humanos no útero, quando operados antes do sexto mês de gestação, têm o ferimento cicatrizado sem deixar vestígio, mas esta capacidade é perdida depois, e o mesmo ocorre com embriões de sapos, adiantou o especialista.
 

 

Ao identificar os genes envolvidos no processo, os cientistas esperam desenvolver fármacos e tratamentos para encorajar uma cicatrização sem sequelas. A regeneração de membros inteiros em seres humanos é uma possibilidade mais distante, diz Amaya.
 

 

MNI- Médicos na Internet
 

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.