Britânica em estado terminal ganha primeira batalha sobre eutanásia
31 agosto 2001
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Diane Pretty, uma britânica de 47 anos paralisada por um degenerescência nervosa incurável, ganhou ontem a primeira batalha legal no Supremo Tribunal de Londres para conseguir que o marido a ajude a morrer.
 

 

O tribunal, que considerou o seu pedido válido, autorizou-a a recorrer da decisão do delegado do Ministério Público que, ao abrigo da lei do Suicídio de 1961, advertiu não poder garantir a impunidade do seu marido se este a ajudar a pôr fim à vida.
 

 

Pretty, mãe de dois filhos, sustenta que a sua qualidade de vida é nula e considera, por isso, que a decisão do Ministério Público viola a Convenção Europeia de Direitos Humanos e equivale a condená-la a uma existência inumana.
 

 

O marido de Diane Pretty e os seus dois filhos, de 24 e 22 anos, apoiam a sua decisão, já que a doença é progressivamente fatal, afectando inicialmente os músculos dos braços e pernas e acabando por causar problemas na fala e dificuldades em mastigar e engolir.
 

 

Fonte: Lusa

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