Braço biónico controlado pela mente

Instituto de Chicago apresenta caso clínico

18 setembro 2006
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Uma mulher norte-americana à qual foi colocado um braço biónico consegue, pela primeira vez, controlar a prótese com o pensamento e "sentir" o braço, o calor ou um aperto de mão. O caso clínico foi divulgado na semana passada pela equipa de cientistas que desenvolveu a tecnologia do Rehabilitation Institute of Chicago (RIC), EUA. Este importante avanço no domínio das próteses permite aos amputados recuperar a capacidade de executar uma série de movimentos, como vestir-se, abrir tampas e retirar objectos de prateleiras. O braço biónico é controlado por nervos que foram reencaminhados para músculos sãos nos peitorais. A nova enervação desta região do corpo permite-lhe enviar sinais ao braço robótico através de eléctrodos que respondem aos impulsos cerebrais. Claudia Mitchell, 26 anos, soldado da marinha dos EUA, foi operada há dois anos depois de ter perdido o braço num acidente de moto. Com este caso de sucesso, os investigadores esperam, por isso, que estes braços biónicos possam ajudar os cerca de 400 estropiados que perderam um membro nas guerras do Afeganistão ou do Iraque. Desde o começo da implantação de braços biónicos em 2002, já foram feitas tentativas de enervar músculos em seis amputados, mas só um deles conseguiu controlar a prótese pelo pensamento com uma reorientação dos nervos. Fontes: Público e Imprensa Internacional MNI-Médicos Na Internet

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