Bombas infusoras de insulina com comparticipação total em 10 hospitais

Medida destinada a número limitado de doentes

21 janeiro 2009
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Dez hospitais do país vão poder passar a prescrever a um número limitado de doentes, com uma comparticipação de 100%, bombas infusoras de insulina, bem como os respectivos consumíveis.
 

 

Segundo declarações à agência Lusa, o Coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, José Manuel Boavida, adiantou que a compra de bombas estará limitada a 100 doentes por ano mas que cerca de 200 diabéticos, que já adquiriram esse aparelho, vão também receber gratuitamente os consumíveis.
 

 

O mesmo responsável explicou que, segundo “números conservadores” 600 a 700 pessoas podem usar a bomba em Portugal. Mas as actuais recomendações, que indicam como “útil” o alargamento do aparelho a crianças e jovens, aumentam essas estimativas para seis a sete mil doentes.
 

 

Segundo o Ministério da Saúde, para que se dê início à prescrição falta agora a formalização do processo através de uma portaria, que será assinada “muito em breve”.
 

 

As bombas infusoras de insulina são pequenos dispositivos electrónicos que transportam a medicação até um cateter colocado por debaixo da pele, diminuindo, assim, as injecções necessárias para manter os níveis adequados de glicose no sangue.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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