Boas condições de saúde e segurança escolares longe das metas recomendadas

Dados revelados pelo “Diário de Notícias”

07 janeiro 2011
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Menos de um terço das escolas portuguesas têm boas condições de higiene e segurança nos seus edifícios e recintos, de acordo com os indicadores do Plano Nacional de Saúde, citados pelo jornal “Diário de Notícias”.

 

O número de escolas que cumprem as condições do Programa de Saúde Escolar pouco tem subido e continuam longe do que deveria atingir em 2010, que era garantir o cumprimento das boas práticas em 60% das escolas, refere a mesma publicação.

 

Os indicadores da saúde escolar são uma das áreas abrangidas pelo Plano Nacional de Saúde, até agora desenhado e monitorizado pelo Alto Comissariado da Saúde. De acordo com os indicadores, analisados pelo “Diário de Notícias”, no ano lectivo de 2007/8 apenas 25% dos jardins-de-infância, escolas do ensino básico e secundário do continente tinham edifícios e recintos com boas condições. Um ano depois, registaram-se ligeiras melhorias que aproximavam os resultados dos 30%. Entre 2004 e 2008 houve um crescimento de 31,6%.

 

As regiões de Lisboa e do Centro atingem em 2009 uma taxa de 14% e 28%, respectivamente. O Algarve conseguiu passar de uma taxa de 18 para uma de 60%. Norte e Alentejo, com taxas de 16% e 33% apenas disponibilizaram os dados de 2008.

 

A higiene e segurança dos edifícios, que envolvem aspectos como a construção ou higiene dos vários recintos, como bares, salas ou locais de recreio, são apenas alguns dos aspectos analisados.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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