Biomodelação 3D permite reconstrução maxilofacial em 48 pacientes

Técnica pioneira desenvolvida pela Universidade do Porto

18 maio 2008
  |  Partilhar:

A biomodelação 3D, uma técnica pioneira em Portugal usada na reconstrução maxilofacial, foi, na semana passada, apresentada publicamente pelo Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).
 

 

Apesar de já estar a ser utilizada naquele centro hospitalar, desde 2003, o êxito desta técnica levou a direcção clínica da unidade de saúde a apresentá-la ao grande público.
 

 

Através dos modelos acrílicos produzidos pela biomodelação 3D é possível transplantar um osso da perna para a face, cabeça ou pescoço danificados.
 

 

Até ao momento, e desde 2003, de 200 casos diagnosticados, 48 utilizaram já a técnica de biomodelação 3D.
 

 

Segundo o estudo europeu Phidias, a biomodelação 3D também pode ser também aplicada nas áreas da Ortopedia, Ortodontia, Neurocirurgia e Implantologia, e, de acordo com o estudo, permite uma redução de 58% do tempo cirúrgico.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.