Biomaterial repara sequelas provocadas por Enfarte do Miocárdio

Experiência do Imperial College de Londres

20 dezembro 2007
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Cientistas britânicos revelaram ter conseguido produzir em laboratório um tecido que poderá funcionar como um "adesivo" no músculo cardíaco com capacidade de regenerar necroses provocadas por um Enfarte do Miocárdio, impedindo que a cicatriz se espanda.
 

 

O anúncio foi feito depois de uma equipa do Imperial College of London ter mantido células cardíacas a pulsar sobre uma base biocompatível ao longo de sete meses.
 

 

Células estaminais embrionárias foram usadas para desenvolver células cardíacas, que bateram ao ritmo cardíaco e que, ao serem colocadas num suporte biocompatível foram capazes de gerar tecido.
 

 

O facto de as células estaminais embrionárias terem adoptado um ritmo idêntico ao batimento cardíaco leva os investigadores a pensar que a sua cultura numa base, que já levou também à produção de um tecido com essas propriedades, é aplicável ao músculo de pacientes. O biomaterial usado para fabricar o tecido tem a mesma elasticidade do músculo cardíaco e pode ser programado para se degradar, sem riscos, duas semanas depois de ser implantado e de ter recuperado a cicatriz do enfarte.
 

 

Fontes: JN e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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