Biomarcadores ajudam a medir o declíneo cognitivo na demência

Estudo publicado no “Archives of Neurology”

25 maio 2009
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Verificar os níveis de certos biomarcadores no líquido cefalorraquidiano poderá ajudar a prever a taxa de declíneo cognitivo em pessoas com demência moderada, revela um estudo publicado na revista “Archives of Neurology”.

 

O estudo realizado na Washington University School of Medicine, St. Louis, nos EUA, contou com a participação de 49 indivíduos que sofriam de doença de Alzheimer moderada. Aos participantes foram retiradas amostras do líquido cefalorraquidiano, que serviram para testar a presença de vários biomarcadores associados a esta doença.

 

Os pacientes tiverem, pelo menos, uma consulta de acompanhamento após três anos e meio, e os investigadores verificaram que a taxa de progressão de demência era significativamente mais rápida nos indivíduos que tinham níves elevados nos biomarcardores testados.

 

Em declarações ao sítio HealthDay, a líder da investigação, Barbara J. Snider, revelou que "apesar do número de participantes neste estudo ter sido relativamente pequeno, os resultados sugerem que os biomarcadores do líquido cefalorraquidiano podem ser úteis como critérios iniciais para a realização de ensaios clínicos de terapias para o tratamento de doenças cognitivas moderadas e demência moderada do tipo Alzheimer.”

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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