Benefícios do Reiki em doentes oncológicos

Estudo realizado no Hospital S. João

26 janeiro 2011
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A maioria dos doentes internados na Unidade Hemato-oncologia do Hospital S. João, Porto, que integraram um projecto de investigação sobre o impacto da terapia de Reiki demonstraram “uma diminuição do sofrimento associado à ansiedade e à dor”.

 

Em declarações à agência Lusa, Fátima Ferreira, hematologista no Hospital de S. João, Porto, e presidente da Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma, explicou que os doentes que se submeteram a esta terapia complementar conseguiram “ultrapassar melhor do que os outros os aspectos quer fisiológicos, quer psíquicos da situação em si”.

 

No estudo participaram 100 doentes, metade dos quais foram submetidos àquela terapia complementar. Com este estudo, a responsável pela investigação, enfermeira e Mestre Reiki, Maria Zilda Alarcão, pretendia perceber como o Reiki poderá ajudar, de forma holística, "a minorar o sofrimento destes doentes nas suas vertentes mais significativas”. Destas, salientou “o sofrimento, considerando o sentido mais amplo do termo, a ansiedade, a dor, as alterações da auto-imagem e os efeitos colaterais dos tratamentos como a quimioterapia”.

 

Reiki é uma designação japonesa que significa “Energia Vital Universal” e que se caracteriza por ser um sistema natural de captação e transmissão dessa energia. O terapeuta, através das suas mãos, promove “uma limpeza profunda celular e restabelece - em cada ser humano - os seus níveis energéticos, em todas as vertentes”, explicou Zilda Alarcão, citada pela agência Lusa.

 

A hematologista Fátima Ferreira referiu ainda estudos feitos em animais que mostram que “os ratos com cancro submetidos a Reiki também têm uma melhoria da imunidade celular”.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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