Bebidas energéticas estão a ser alvo de investigação

FDA analisa possível relação com morte de cinco pessoas

25 outubro 2012
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A agência para a alimentação e os medicamentos dos Estados Unidos (FDA) está a investigar uma possível associação entre cinco mortes e um enfarte agudo do miocárdio com consumo de bebidas energéticas produzidas pela empresa Monster Beverage.
 

A notícia avançada pela agência Lusa refere que, segundo a porta-voz da FDA, Shelly Burgess, os seis casos relatados “servem de sinal” para a agência, já que, até agora, “nada prova a relação causal entre produto ou ingrediente e o resultado adverso”.
 

Shelly Burgess apelou aos consumidores que tenham tido uma reação adversa a qualquer bebida energética para que notifiquem fabricantes e distribuidores, que têm de comunicar o sucedido à agência governamental num prazo de 15 dias.
 

A família da adolescente Anais Fournier alega que a sua morte, por arritmia, em dezembro de 2011, aconteceu após ter ingerido, em 24 horas, duas latas da bebida energética Monster Energy, contendo, no conjunto, 480 miligramas de cafeína.
 

Segundo a lei dos Estados Unidos, as bebidas regulares não podem conter mais de 71,5 miligramas de cafeína, por cada 35 centilitros, mas tal limite não se aplica às bebidas energéticas, consideradas suplementos alimentares.
 

Recentemente, a agência francesa para a segurança na saúde (Anses) apelou aos consumidores que reportem reações adversas a bebidas energéticas.
 

As bebidas energéticas da Monster Beverage são também distribuídas em Portugal.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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