Bebé lusa morta por negligência na Suíça tinha substâncias estranhas no cabelo
17 junho 2001
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O funeral da bebé portuguesa que morreu à fome e à sede em
 

Genebra, sozinha em casa, enquanto a mãe estava detida, continua sem data marcada, disse ontem à Agência Lusa Manuel de Melo, conselheiro das comunidades portuguesas.
 

 

Fontes ligadas ao processo adiantaram à Lusa que a demora
 

da entrega do corpo à família está a dever-se "a um pedido, por parte da advogada da Susana (a mãe), de informações complementares sobre o corpo".
 

 

Segundo as mesmas fontes, a autópsia à bebé "revelou
 

indícios de substâncias estranhas - admite-se a hipótese de
 

heroína - no cabelo da menina".
 

 

A mãe não consumia aquela espécie de estupefaciente há alguns meses, segundo as mesmas fontes ligadas ao processo.
 

 

A família admite que "a advogada vai pedir a libertação a partir do dia 21, quinta-feira, podendo nesse dia realizar-se o funeral".
 

 

Por vontade expressa da mãe, a comunidade portuguesa pode acompanhar o cortejo até à sepultura, enquanto a cerimónia religiosa (que antecede o funeral) será reservada à família.
 

 

Fonte: Lusa

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