Batatas aumentam consumo de potássio

Estudo apresentado no encontro anual de 2013 do Experimental Biology

30 abril 2013
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O consumo de batatas brancas está associado a um aumento da ingestão de potássio, sugere um estudo apresentado no encontro anual de 2013 do Experimental Biology.
 

Em 2010 o comité de aconselhamento dietético, nos EUA, concluiu que há já dados suficientes para se afirmar que uma maior ingestão de potássio está associada a uma menor pressão arterial em adultos. As dietas que incluem elevados níveis de potássio e baixos níveis de sódio podem reduzir o risco de hipertensão e acidente vascular cerebral.
 

O estudo refere que as batatas brancas, com ou sem pele, têm níveis reduzidos de gordura, gordura saturada, colesterol e também níveis baixos de sódio. Uma batata com cerca de 128 gr fornece 738 mg de potássio e tem apenas 128 calorias. Comparativamente, uma banana de 136 gr tem um número semelhante de calorias mas uma quantidade de potássio bastante menor, cerca de 487 mg.
 

Os investigadores referem que, mesmo sem pele, a batata branca continua a ser uma boa fonte de potássio. Apenas uma chávena de batata branca cozida, o equivalente a 122 g, fornece 477 mg de potássio.
 

Neste estudo, os investigadores analisaram os nutrientes consumidos por crianças e adultos com idades compreendidas entre os dois e os 71 anos de idade, tendo por base os dados de um estudo de nutrição realizado entre 2009 e 2010.
 

O estudo apurou que a ingestão de potássio, fibras, cálcio e vitamina D dos participantes estava abaixo da dose diária recomendada ou dos níveis de consumo recomendados.
 

Os investigadores constataram que por cada quilocaloria adicional de batata branca consumida, havia um aumento de 1,6 mg e 1,7 mg de potássio entre os adultos com mais de 19 anos e as crianças entre os 2 e os 18 anos, respetivamente.
 

“Este estudo mostra que a batata branca é um vegetal particularmente rico em nutrientes que aumenta significativamente a ingestão do potássio, entre os adultos, adolescentes e crianças”, conclui uma das coautoras do estudo, Maureen Storey.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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