Banco Público de Sangue do Cordão Umbilical atrasado um ano à espera de estudo

Dados do Instituto Português do Sangue

03 julho 2006
  |  Partilhar:

 

A criação do primeiro Banco Público de Sangue do Cordão Umbilical está atrasada um ano porque a tutela encomendou um estudo para definir o modelo de financiamento, uma demora que obriga Portugal a importar material por 20 mil euros/dose.
 

 

Há um ano, o presidente do Instituto Português do Sangue (IPS), Almeida Gonçalves, anunciou à Lusa que o banco estava prestes a iniciar funções e que iria funcionar nas instalações do Centro Regional do Sangue do Porto.
 

 

Na semana passada, o responsável disse à mesma fonte que continua a existir a intenção de criar o banco, mas que este só arrancará se o estudo entretanto encomendado ao IPS assim o recomendar e se o ministro da Saúde decidir nesse sentido.
 

 

Contactada pela Lusa, fonte do gabinete do ministro da Saúde, António Correia de Campos, disse que o assunto deverá ser resolvido assim que ficar concluído o trabalho, que não tem data prevista para entrega.
 

 

A forma como este banco será criado - economicamente suportado pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) ou por mecenas, como em Espanha - não está ainda definida. Contudo, a gratuitidade do acesso por parte do utente está garantida. O banco armazenará unidades de sangue do cordão umbilical durante cerca de dez anos, o tempo necessário para ter disponível material para doar.
 

 

Fonte: Lusa
 

MNI- Médicos na Internet
 

 

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.