Banco de tumores no IPO de Lisboa

Projecto recolheu 288 amostras num ano

04 novembro 2010
  |  Partilhar:

O banco de tumores do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa reuniu 280 amostras no primeiro ano de existência que serão agora utilizadas em investigação na área do cancro. Em declarações à agência Lusa, o responsável do banco do IPO de Lisboa, José Cabeçadas, referiu terem 288 amostras colhidas destinadas à investigação biomédica.

 

Segundo explicou o especialista, “numa operação ou numa biopsia há tecido que é retirado e que é usado para diagnóstico. Parte desse tecido não é necessário, é excedente, e normalmente é destruído. Se o doente consentir essa amostra é guardada no banco de tumores para investigação”.

 

Segundo José Cabeçadas, a investigação “raramente ajuda directamente a pessoa que doou o tumor”, mas “ajuda ao conhecimento geral da biologia e da medicina, e toda a humanidade na investigação de novos alvos terapêuticos, mas também dos conhecimentos básicos dos mecanismos da doença”.

 

Qualquer investigador que tenha um projecto que seja aprovado pelo conselho científico e pela comissão de ética do IPO pode obter amostras para estudo.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.