Balanço das mudanças na área da Saúde

IVG, infertilidade e vacinas marcaram sector em 2007

27 dezembro 2007
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A despenalização da IVG (Interrupção Voluntária da Gravidez) até às dez semanas foi o marco mais significativo na saúde em 2007, bem como o anunciado apoio aos casais inférteis e a vacinação gratuita contra o HPV (o vírus responsável por grande número de casos de Cancro do Colo do Útero).
 

 

No ano em que foi publicada a legislação que quer acabar com o fumo nos recintos fechados - através de medidas que entram em vigor no primeiro dia de Janeiro -, a saúde concretizou a liberalização da IVG e disponibilizou o sector público para acolher as mulheres que a pretendam fazer até às dez semanas.
 

 

O ano que agora termina começou com os protestos contra as novas taxas moderadoras (para cirurgia de ambulatório e internamento), as quais deveriam ter entrado em vigor no primeiro dia de Janeiro, o que só aconteceu em Abril.
 

 

Depois de um ano (2006) marcado pelo encerramento das maternidades, 2007 fica igualmente assinalado pela reestruturação da rede de urgências e a polémica em torno do encerramento de alguns serviços, preconizado por um grupo de peritos. O ministro António Correia de Campos - que cumpriu o terceiro ano à frente da pasta da Saúde - terá 2008 para mostrar que a reestruturação faz sentido e convencer os autarcas que tem razão.
 

 

O Ministério da Saúde comprometeu-se ainda a entregar cheques-dentista no valor de 120 euros a cada grávida seguida nos centros de saúde e no valor de 80 euros para os idosos abrangidos pelo complemento solidário.
 

 

Em 2007, começou finalmente a funcionar o call-center da saúde, a Linha Saúde 24, que garante ter já evitado idas às urgências hospitalares de casos não urgentes, mas não está ainda contabilizado o seu impacto real. Por cumprir na totalidade continua a reestruturação dos cuidados de saúde primários, com mudanças prometidas para 2008.
 

 

O sector farmacêutico contou com algumas mudanças no ano que agora termina, como a possibilidade de venda de produtos em “saldo” e o anúncio de novos serviços - como a administração de vacinas - para breve. No próximo ano deverá entrar em vigor a venda de medicamentos pela Internet.
 

 

Fonte: Lusa
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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