Baixas médicas fraudulentas

Governo será completamente intransigente

13 junho 2013
  |  Partilhar:

O Governo será “completamente intransigente” com situações de baixas médicas fraudulentas, garantiu o secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social, Marco António Costa.

 

A notícia avançada pela agência Lusa refere que Marco António Costa foi questionado na Comissão de Segurança Social e Trabalho sobre os milhares de baixas médicas que não obedecem aos requisitos legais.
 

O secretário de Estado admitiu que já pediu a colaboração da Polícia Judiciária e que o Instituto de Segurança Social e a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) está a analisar toda esta situação.
 

“Tudo aquilo que configurar a existência de fraude será remetido para investigação das autoridades competentes”, disse Marco António Costa
 

O secretário de Estado adiantou que, em 2011, foram inseridos no Sistema de Informação Nacional das Unidade de Saúde (SINUS) 10.996 certificados de incapacidade temporária (CIT) sem indicação do código da unidade de saúde, totalizando 204.184 dias de doença. No mesmo ano, do total dos CIT, 5.347 não tinham o código da cédula profissional do médico, totalizando 60.694 dias de doença.
 

Em 2012, forma inseridos 11.713 CIT, num total 233.453 dias de baixa, sem indicação do código da unidade de saúde. Destes, 4.873, que totalizavam 53.956 dias de baixa, também não tinham o código da cédula profissional do médico.
 

De forma a esclarecer esta situação, Marco António Costa, pediu o levantamento dos 500 maiores prescritores (médicos) e dos mil maiores beneficiários de baixas, uma estratégia que se insere "num plano mais amplo de combate à fraude ao sistema contributivo.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.