Automedicação na população universitária

Estudo da Escola Superior de Saúde de Viseu

17 novembro 2008
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A maioria dos universitários recorre à automedicação para alcançar um bom rendimento face ao esforço intelectual que lhes é exigido e ao desgaste da sua vida nocturna “activa”, revela um estudo realizado pela Escola Superior de Saúde de Viseu .
 

 

O estudo foi realizado em Fevereiro do ano passado, através de inquéritos efectuados a 1.004 estudantes universitários, com uma média etária de 19 anos, das áreas das ciências da saúde, mas também de gestão, administração e línguas.
 

 

Segundo Marina Brás Oliveira, uma das autoras do estudo, a automedicação foi identificada na maioria (52,4%) dos inquiridos, o que demonstra “uma elevada prevalência” desta prática, que consiste na toma de fármacos sem orientação clínica.
 

 

O estudo, a que a Lusa teve acesso, mostra que a automedicação é mais frequente nas mulheres (53%) e nos residentes em áreas rurais (57,5%). Os fármacos mais consumidos foram os analgésicos (31,3%), hormonais, incluindo a pílula contraceptiva, quando tomada sem orientação médica (15,9%) e anti-inflamatórios contra as doenças reumáticas (14,4%).
 

 

As conclusões surpreenderam os autores, principalmente porque a população estudada era “jovem e à partida saudável”.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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