Autismo e vacinas pediátricas em tribunal nos EUA

Julgamento pode durar um ano

13 junho 2007
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Cerca de cinco mil famílias norte-americanas colocaram uma acção conjunta em tribunal sobre uma possível ligação entre o Autismo, em forte aumento nos EUA, e as vacinas pediátricas, embora estudos científicos tenham provado o contrário.
 

 

Vinte peritos em epidemiologia e bioquímica vão testemunhar durante este julgamento que poderá durar um ano. Os representantes do governo federal demonstrarão que vários estudos epidemiológicos não estabeleceram qualquer relação entre as vacinas e o Autismo. É também a conclusão do Instituto de Medicina, que faz parte da Academia Nacional das Ciências, num relatório publicado em 2004.
 

 

O timerosal, uma substância utilizada nas vacinas como anti-séptico, tinha sido acusado de ser o agente responsável. Mas, depois dos laboratórios farmacêuticos terem retirado o timerosal, a partir de 1999, resultados preliminares de estudos internacionais e norte-americanos mostraram que os casos de Autismo continuaram a aumentar fortemente.
 

 

Os médicos estão de acordo em dizer que o aumento da prevalência dos casos se explica sobretudo pelo facto da medicina estar muito mais preparada e equipada para fazer melhores diagnósticos do que há vinte anos. Acresce que a definição do Autismo se alargou para incluir crianças que sofrem de perturbações que lhe estão associadas.
 

 

MNI- Médicos na Internet

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