Autismo é mais comum do que se pensava

Estudo publicado na revista “Pediatrics”

21 outubro 2009
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A prevalência de perturbações do espectro autista em crianças pode ser maior do que se pensava. Pelo menos nos EUA, onde uma em cada 150 crianças sofre da patologia.

 

Um estudo publicado na revista “Pediatrics” calcula que 110 de cada 10 mil crianças norte-americanas serão diagnosticadas, em algum momento das suas vidas, com perturbações do espectro autista.

 

As perturbações do espectro autista são constituídas por um conjunto de patologias de desenvolvimento neuronal, entre as quais se encontram o autismo, a síndrome de Asperger e a perturbação global do desenvolvimento.

 

Os investigadores analisaram dados do estudo nacional de saúde pediátrica de 2007, que incluía mais de 78 mil crianças de todo o país, todos entre os três e os 17 anos.

 

Desse total, os pais de 1.412 crianças disseram ter recebido do médico o diagnóstico de perturbações do espectro autista.

 

Contudo, apenas 913 dos pais afirmaram que o filho sofria actualmente da patologia. Desse grupo, 494 classificaram o autismo do seu filho como “leve” e 320 como “moderado”. Apenas 90 afirmaram tratar-se de uma forma “grave” de autismo.

 

O estudo também verificou que os rapazes tinham quatro vezes mais probabilidades do que as raparigas de receberem um diagnóstico de perturbações do espectro autista, sendo a sua maioria crianças caucasianas.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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